Tratamento médico para queda de cabelo.
Diagnóstico clínico aprofundado, plano individualizado e acompanhamento contínuo conduzido pela Dra. Letícia Carvalho.
Queda de cabelo tem causas diferentes — e tratamentos diferentes. Em vez de protocolos genéricos, a Refio começa por entender a sua história: tipo de queda, padrão evolutivo, exames laboratoriais e fatores hormonais. Só depois define a melhor combinação entre medicamentos, PRP, mesoterapia ou procedimentos cirúrgicos.

Entendendo as fases do ciclo capilar.
Cada fio de cabelo segue um ciclo biológico com três fases bem definidas: anágena (crescimento ativo, que dura entre 2 e 6 anos), catágena (transição, de 2 a 3 semanas) e telógena (repouso e queda, de 2 a 3 meses). Em condições normais, cerca de 85% dos fios estão simultaneamente em fase anágena, e a queda diária — entre 50 e 100 fios por dia — é fisiológica e esperada.
A queda passa a ser patológica quando esse equilíbrio se rompe: mais fios entram em fase telógena prematuramente, ou os folículos perdem capacidade de produzir fios saudáveis. Esse desequilíbrio pode ter origem genética, hormonal, nutricional, autoimune ou comportamental — e cada origem demanda uma abordagem diferente.
Por isso, antes de qualquer tratamento, a Refio investiga: história clínica detalhada, exame físico do couro cabeludo (incluindo dermatoscopia digital quando indicado), exames laboratoriais e, em casos específicos, biópsia. É esse mapa que orienta o plano terapêutico.
Os principais quadros clínicos.
A queda capilar não é uma doença única. Conhecer o tipo de queda é o passo decisivo para um tratamento eficaz.
Alopecia androgenética
É a causa mais comum de queda em homens e mulheres, com forte componente genético e hormonal. Manifesta-se de forma diferente entre os sexos: nos homens, recuo da linha frontal e perda na coroa; nas mulheres, afinamento difuso da parte central do couro cabeludo. Tratamentos comuns: finasterida, minoxidil, PRP, antiandrógenos (em mulheres) e, em estágios avançados, transplante capilar.
Alopecia areata
Quadro autoimune em que o organismo ataca os próprios folículos, formando placas circulares de calvície bem delimitadas. Pode atingir qualquer área pilosa do corpo e tem caráter imprevisível, com episódios de queda e recuperação espontânea. Tratamentos comuns: corticoides tópicos ou injetáveis, imunomoduladores, terapia capilar focada.
Eflúvio telógeno
Queda difusa e intensa que aparece 2 a 3 meses após um evento desencadeante: parto, cirurgia, infecção grave, perda de peso brusca, estresse emocional intenso ou interrupção de anticoncepcional. O quadro costuma se autorresolver em 3 a 6 meses com tratamento de suporte. Tratamentos comuns: reposição nutricional, controle do gatilho, minoxidil, PRP.
Alopecia cicatricial
Grupo de quadros em que a inflamação destrói o folículo permanentemente, deixando cicatriz. Inclui o líquen plano pilar, a alopecia frontal fibrosante e o lúpus discoide. Demanda diagnóstico precoce — quanto antes a inflamação for controlada, mais folículos podem ser preservados. Tratamentos comuns: corticoides, imunossupressores, antimaláricos e, após estabilização, transplante seletivo.
Não sabe que tipo de queda você tem?
A avaliação clínica define o diagnóstico antes de qualquer tratamento.
O que oferecemos na clínica.
Após o diagnóstico, o plano é construído combinando as estratégias mais adequadas ao seu caso. Não existe protocolo único — existe o protocolo certo para cada paciente.
Tratamentos medicamentosos
Inclui medicamentos orais (como finasterida, dutasterida, espironolactona e suplementos específicos) e tópicos (minoxidil, antiandrógenos locais, formulações magistrais). A escolha depende do diagnóstico, do perfil hormonal e da tolerância individual. Quando indicado: alopecia androgenética, eflúvio telógeno, casos com componente hormonal claro.
PRP capilar
Aplicação de plasma rico em plaquetas para estimular folículos ainda ativos, prolongar a fase anágena e reduzir a queda. Protocolo padrão de 4 a 6 sessões iniciais com manutenções semestrais. Quando indicado: queda inicial, fortalecimento preventivo, pós-transplante.
Mesoterapia capilar
Microinjeções de vitaminas, aminoácidos e fatores de crescimento diretamente no couro cabeludo. Atua na nutrição local e na qualidade do fio. Costuma ser usada em conjunto com outras estratégias. Quando indicada: quadros de queda difusa, fortalecimento, complemento ao PRP.
Transplante capilar
Indicado quando a calvície já está estabelecida e os tratamentos clínicos não recuperam mais a densidade da área afetada. A técnica FUE é o padrão atual: minimamente invasiva, sem cortes e com recuperação rápida. Quando indicado: alopecia androgenética estabilizada, falhas localizadas, cicatrizes.
"Cabelo que cai há tempos não vai melhorar sozinho. A boa notícia é que, com diagnóstico claro, quase todo quadro de queda tem caminho de tratamento."Dra. Letícia Carvalho
Conduzido pessoalmente pela Dra. Letícia Carvalho.
Especialista em cirurgia capilar, a Dra. Letícia acompanha cada etapa do procedimento, da avaliação inicial ao último retorno. Sua abordagem combina rigor técnico, planejamento individualizado e uma equipe formada sob padrões clínicos exigentes.
Perguntas sobre queda de cabelo.
Conteúdos relacionados.
PRP capilar
Estímulo biológico dos folículos com plasma rico em plaquetas do próprio paciente.
Saber mais →Transplante capilar FUE
Quando o tratamento clínico já não recupera a densidade, o transplante passa a ser indicado.
Saber mais →Tipos de queda de cabelo
Entenda em detalhes os principais tipos de queda e como diferenciá-los.
Saber mais →O próximo passo é uma conversa.
A avaliação clínica é o momento de entender a sua história, definir o diagnóstico e construir o plano. Sem fórmulas prontas, sem promessas vagas.